Minuto Fiscal – IVA: Entidades sem Fins Lucrativos
Nos últimos anos generalizou-se a ideia de que todas as vendas e prestações de serviços devem dar lugar à emissão de fatura.
Nos últimos anos generalizou-se a ideia de que todas as vendas e prestações de serviços devem dar lugar à emissão de fatura.
A Comissão Europeia publicou no passado dia 25 de maio uma proposta de Regulamento Europeu sobre o chamado geobloqueio e outras formas de discriminação baseadas no local de residência, estabelecimento ou nacionalidade.
A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) apresenta-se como uma grande oportunidade para impulsionar as vendas dos retalhistas, oferecendo experiências personalizadas e “imprevisíveis” para o consumidor.
Quando uma pessoa singular vende ações pode obter um ganho, realiza mais-valias (se o valor de venda for superior ao valor de compra), ou pode realizar uma perda (menos-valias).
Se pretender vender bens expedidos para pessoas particulares noutros países da União Europeia, deve ter em atenção que pode ficar sujeito a obrigações em matéria de IVA nesses países de destino.
As transmissões intracomunitárias de bens são isentas de IVA quando efetuadas a outros sujeitos passivos de IVA registados num dos 28 Estados-Membros e desde que o bem saia fisicamente de Portugal com destino a outro Estado-Membro.
Os softwares de gestão com capacidade para automatizar as forças de vendas (SFA) têm sido implementados por várias empresas, para agilizar o trabalho dos seus colaboradores.
2016 começou com boas perspetivas para o consumidor português. Quem o diz é a Nielsen, que esta terça-feira (15 de março) apresentou o seu estudo ‘Nielsen 360º’ que se debruça, entre outras coisas, sobre as tendências que este ano irão marcar o setor do retalho.
As lojas online vieram revolucionar o mundo tanto dos consumidores como das empresas. Com o surgimento das tecnologias móveis, o comércio eletrónico mudou a forma como os consumidores fazem as suas compras e aumentou exponencialmente o volume de vendas às empresas que aderiram a esta tendência.
As vendas online não irão abrandar nos próximos anos e a eMarketer prevê que em 2019 o E-Commerce seja já responsável por 12% das vendas globais.