Lojas Online Visitadas por 4,5 Milhões de Portugueses!
Com algumas oscilações no tempo, o número de internautas que faz compras online tem vindo a “compor-se”, à medida que o número de negócios de comércio eletrónico vai crescendo.
Com algumas oscilações no tempo, o número de internautas que faz compras online tem vindo a “compor-se”, à medida que o número de negócios de comércio eletrónico vai crescendo.
Fazer compras através da Internet hoje uma coisa tão corriqueira como ir a uma loja física. Mas o mercado online ainda precisa de evoluir para fazer face às exigências dos consumidores.
Os consumidores têm cada vez mais a necessidade de estar conectados e integrados com a tecnologia. Esta foi a principal conclusão da 20ª Conferência da GfK ‘Influência da Tecnologia nos Novos Hábitos de Consumo’ , que revela que os consumidores têm hoje uma nova forma de pensar sobre os seus hábitos de consumo.
O retalho digital e a globalização têm revelado grande impacto na forma de trabalhar no retalho. Para fazer face a estas mudanças, os retalhistas estão cada vez mais a recrutar candidatos que possam trabalhar em diferentes culturas e combinar negócios online com os modelos de negócios tradicionais.
A Organização Europeia dos Consumidores (BEUC), do qual a Deco é membro, alertou para a necessidade de Bruxelas produzir regulamentação que proíba barreiras geográficas ao comércio eletrónico na União Europeia, penalizadoras de países periféricos como Portugal.
As novas plataformas de consumo estão aí. E, hoje, é imprescindível que as empresas se ajustem a esta nova realidade. Até porque, pelo menos segundo o barómetro de consumo da Google para Portugal, para 74% dos consumidores, a Internet é já a primeira escolha para recolher informação e comparar produtos.
O sistema para Resolução Alternativa de Litígios de Consumo já está em vigor e a Direção Geral do Consumidor tem online a lista de entidades a que pode recorrer.
O número de portugueses que compra online duplicou nos últimos cinco anos, para 2,7 milhões em 2014, de acordo com o estudo Economia Digital em Portugal 2009-2020, da Associação da Economia Digital (ACEPI). Segundo o estudo, em 2020, o número poderá chegar aos 4,5 milhões.